terça-feira, 12 de dezembro de 2017

O Que Aconteceu Quando Entrei em uma Pirâmide Financeira?


Olá pessoal

Pois é, eu entrei numa pirâmide. Foi há alguns anos, era uma grande promessa de ganho fácil. Na época, com pouco mais de 20 anos, ainda muito jovem e inexperiente, tentando ganhar dinheiro de forma fácil, cai no conto e entrei na empresa, pagando cerca de 4200,00.

A empresa chamava-se bbom, creio que ouviram falar, e prometia alugar 20 rastreadores que você adquiria, cada um a 80 reais. E em troca do seu "investimento" ela iria te repassar metade do valor do aluguel. Acontece que a empresa recebeu dos que entraram o equivalente a milhões de rastreadores, mas na prática não tinha alugado nem 100mil deles. Mas 'pagava' como se tivessem alugado.

E como diz o título, o que aconteceu? Menos de 1 mês depois, antes de sacar qualquer quantia, o esquema foi descoberto, e a empresa teve os bens bloqueados pela justiça. O dinheiro investido virou pó. Ou melhor, deve ter virado algum carrão pra um daqueles enganadores do topo da pirâmide.

Ainda bem que não levei outras pessoas a perderem dinheiro, apenas me prejudiquei sozinho. Menos mal.

Fiquei com o prejuízo até hoje, aprendi uma dura lição, sacodi a poeira, e busquei dar a volta por cima.

Como é sábio aprender com os próprios erros, eu decidi nunca mais entrar nesses esquemas, e estudar com mais afinco para investir por conta própria e da maneira correta. Pelo menos isso ficou de aprendizado.


Agora veja o ARGUMENTO DEFINITIVO contra essas pirâmides financeiras:

Recentemente tivemos o fechamento da Kriptacoin, e mais um escândalo de Pirâmide Financeira no mercado, lesando milhares, se não milhões, de pessoas.

Também não muito distante tivemos os casos mais famosos da TelexFree, da BBOM (rastreadores), da Priples, Avestruz Master, entre inúmeras outras. Existem várias empresas com esquemas semelhantes, umas se destacam, outras ainda engatinham tentando angariar pessoas.

Essas empresas prometem lucros fora do normal. Altos ganhos com pouco, ou nenhum, esforço. É o chamado ALMOÇO GRÁTIS... que sabemos não existir!

Entre tantos argumentos para ficarmos fora desses esquemas, como ausência de produto (ou venda abaixo das receitas), pessoas com antecedentes criminais administrando o negócio, forte lavagem cerebral e convencimento, o que quero trazer aqui é o raciocínio que esses golpistas mais usam: Ganhar uma porcentagem AO DIA, desde que se invista uma quantia, quase todas as vezes alta.


Nos casos da TelexFree e da BBOM, era mais de 20% ao mês que prometiam. No caso da Kriptacoin, cheguei a ver 1% ao dia, e 3% ao dia. Isso faz crescer os olhos dos mais gananciosos.

Acontece que as pessoas que entram nesse negócio confiando nessa rentabilidade não percebem o que os juros compostos podem fazer, simples assim.

Caso a rentabilidade prometida por essas pirâmides fosse realmente paga, e como é possível calcular pra saber exatamente quanto teríamos ao final de determinado prazo, verifica-se que seriam valores fora da realidade. E saberíamos disso apenas utilizando conhecimentos de alunos do ensino fundamental.

Eis então o argumento definitivo contra o raciocínio utilizado pelos recrutadores de pirâmides, o do "tantos % ao dia" !


Vamos a algumas contas:

Digamos que você investe 3000 reais, a 20% ao mês (TelexFree ou BBOM), durante 5 anos.

M = C * (1 + i)^n

M = 3000 * (1,2)^60

M = 169.042.543,05

São quase 170 milhões em 5 anos, isso sem aportar mais nada, somente os 3000 iniciais.


Agora vamos para os casos mais graves, de 1% e 3% ao dia:

1%  ao dia:

M = C * (1 + i)^n

M = 3000 * (1,01)^1825       (5 anos = 1825 dias)

M = 231.008.738.251,65

Você não está vendo errado! Em 5 anos, 1% ao dia, e 3000 de capital investido, gerá um montante de 231 BILHÕES.

Deixa eu dizer novamente: BILHÕES!



3% ao dia:

M = C * (1 + i)^n

M = 3000 * (1,03)^730     (2 anos = 730 dias)

M = 7.051.723.732.828,74.

É meu amigo! Em apenas 2 anos, 3% ao dia, e 3000 de capital investido, gerará um montante maior que 7 TRILHÕES!

E eu nem quis colocar os 5 anos anteriores, meu computador não conseguiria calcular esse número!


Todos esse cálculos foram feitos considerando apenas um investimento INICIAL, sem aportar mais nada, somente reinvestir. Caso você queira saber como fica se aportar constantemente, em uma aplicação com um rendimento regular, recomendo fortemente dar uma olhada nessa análise que fiz sobre isso:

Como Calcular o Montante Final de uma Aplicação com Depósitos Regulares



CONCLUSÃO

Quando você se deparar com uma rentabilidade dessas prometida por aí, não somente desconfie, pode rir também (por dentro, pra não ficar feio), porque é algo realmente engraçado de se pensar. É uma coisa tão absurda, tão intangível, que não tem como nem imaginar. Não faça feito o jovem Diário inexperiente e afoito para ganhar dinheiro logo. 

Vejam isso:

Um poderoso rajá indiano, entediado e descontente após conquistar todos os reinos ao seu alcance, ofereceu riquezas inimagináveis a quem fosse capaz de entusiasmá-lo tanto quanto os campos de batalha. Um peregrino, passando pela região, ouviu a estória e pediu uma audiência. O rajá ficou extasiado com o que viu. No tabuleiro à sua frente, reis, rainhas, torres, cavaleiros, sacerdotes e soldados batalhavam com o objetivo final de aniquilar o rei inimigo. Como recompensa, o humilde viajante quis receber apenas grãos de arroz, mas contados de forma bem específica: um grão para a primeira casa do tabuleiro, dois para a segunda, quatro para a terceira, oito para a quarta, e assim por diante, até a 64ª casa. Para espanto de todos, o simples pedido chegara aos 18,5 quintilhões de grãos, cerca de 450 bilhões de toneladas, ou o equivalente a 36 mil anos da produção brasileira de arroz.

E essa outra:

A respeito dos índios norte-americanos, que venderam a ilha de Manhattan por 24 dólares. Que vacilo, qualquer um pensa à primeira vista. Se houvessem mantido a ilha, hoje poderiam ser donos de trilhões de dólares em propriedades. Não vamos entrar no mérito se a ilha seria o sucesso que é hoje caso os índios mantivessem a propriedade, mas vamos, pelo bem da comparação, assumir que sim, os índios entregaram algo que no futuro valeria trilhões de dólares por apenas 24 dólares. O detalhe é que ela foi vendida em 1626, e se aplicarmos uma taxa de 8% de juros ao ano naqueles 24 dólares, hoje eles teriam mais de 200 trilhões de dólares, e nenhum trabalho, exceto o de esperar, algo que eles teriam que fazer de qualquer jeito se ficassem construindo os imóveis que hoje existem na ilha.


Esses são exemplos da força dos juros compostos no tempo.

Da próxima vez que alguém oferecer um negócio de 1% ao dia, pergunte se você terá garantido 1bilhão em apenas 1 ano. Se ele titubear, ele nem sabe o que está falando. E é a prova de que se trata de um esquema que quer tirar dinheiro das pessoas.

"Ah, mas fulano ganhou e tá ganhando bastante, ele me mostrou o extrato da conta!"

Dê mais um tempinho, e depois volte pra ver como ele está. Se você guardar seu dinheiro num pote em casa, vai ter mais do que ele.

Tendo isso em mente, não somente fiquemos de fora de esquemas que enganam quem desconhece os juros compostos, mas também usemos isso a nosso favor, poupando, investindo e esperando. Não precisa esperar 400 anos como os índios, ou achar um rei disposto a dar arroz num tabuleiro. Basta seguirmos princípios básicos de economia, poupança e investimento para atingirmos a Independência Financeira sem cair em golpes de pessoas desprovidas de moralidade.

E você, conhece alguém que passou por algo parecido? Tentou avisá-lo?


See ya, and have a nice day...

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Atualização da Carteira do Joel - Novembro/17



Olá colegas da corrida à IF.

Hoje trago mais uma atualização da simulação que faço da carteira do Joel Greenblatt.

O colega Investidor Inglês também faz um simulado dessa carteira, e ele acabou de atualizar a sua. Vale a pena conferir aqui.

Sem maiores delongas, esse mês o IBOV foi bem negativo, e a carteira não foi diferente. Porém mesmo assim, conseguiu ficar "menos ruim" que o índice.

Enquanto o Ibov terminou negativo em -3,15%*, a carteira montada com base na fórmula do livro ficou com valorização negativa de apenas -1,01%.

Segue o gráfico comparativo:



E segue a carteira para o mês de novembro/17 com as respectivas cotações de início e final.


Para maiores detalhes de como montei essa carteira simulada, bem como os critérios e detalhes do livro, há uma aba acima no blog, lá tem o histórico e os links para os posts iniciais dessa experiência.


"E no geral, Diário? Tá compensando??"


Bem, no geral a situação está ainda melhor. A carteira montada está batendo o Ibov, pois já conta com uma valorização de 17,68%, contra 8,38%* do índice. Conforme é possível ver no gráfico e na tabela abaixo:




A carteira iniciou em junho com 8 ações, seguiu-se de mais uma compra de 8 ações em agosto, e a última de 4 ações (pra fechar 20) em novembro. As datas estão especificadas na imagem.


* Lembrando que esse cálculo da valorização do índice leva em conta a data de inclusão das ações na carteira. Como há datas de entrada diferentes, então a valorização do índice varia conforme essa data e a data final do período.


Minha pretensão é iniciar no ano que vem com a aquisição de ações com base nessa metodologia. Adquirindo ações nos meses de janeiro/18, abril/18, julho/18 e outubro/18. E depois ficar renovando os lotes a cada 12 meses, de acordo com o livro do Joel Greenblatt.


Fiquem com Deus e um forte abraço.


Aquele recadinho básico:

IMPORTANTE
As informações nesse blog são apenas de caráter pessoal, não constituem orientações de investimentos. Se você quiser orientações desse tipo deve buscar em meios devidamente autorizados para tal. Tudo que está aqui é  o acompanhamento de minhas operações cotidianas em relação a poupar.

domingo, 10 de dezembro de 2017

A Era da Obsolescência das Mídias



Hello buddies, como estão?

Hoje vou refletir um pouco sobre algo do nosso cotidiano, que não percebemos, ou percebemos, mas não nos damos conta de onde isso vai dar.

Trata-se dos arquivos de mídia que armazenamos nos celulares, tablets, computadores, todos os dias. Seja recebendo através de aplicativos de troca de mensagens, especialmente o whatsapp, ou utilizando nossas câmeras, microfones, tudo.

A cada dia, nossos aparelhos smartphones recebem toneladas de vídeos, fotos, arquivos de áudio, músicas, documentos, pdfs diversos, entre outros. Tiramos fotos de várias coisas durante os dias, uns menos, outros mais, outros bem mais.

E o que fazemos? Alguns apagam tudo, livrando espaço para outros e novos arquivos. Já outros, acredito que a maioria, vão guardando, armazenando tudo no celular, no cartão de memória, depois passando pro PC, e quando lota o HD, põem na nuvem, ou mandam tudo para uma mídia externa de backup, como um HD externo (a era dos DVDs armazenando arquivos já passou!).

Se você é do segundo grupo, que guarda tudo, já pensou onde isso vai parar?


Tempos atrás existia algo que hoje é difícil de encontrar. Se você for bastante jovem, te apresento um novo conceito: chama-se paciência.

Menos de 20 anos atrás esse termo "paciência" era algo regularmente ouvido por nós. Hoje parece que tem que ser tudo na hora, tudo instantaneamente. A palavra "esperar" dói nos ouvidos mais jovens.

Lembram de como eram as fotos há algum tempo atrás. Precisávamos comprar filme, para 36 fotos no máximo. E ainda tínhamos que aguardar uma semana para revelar as fotos. Depois de reveladas, pagas e adquiridas, guardávamos em um álbum físico, e dávamos valor àquilo. Não existia isso de tirar 100 fotos de selfie pra aproveitar apenas uma! Filmagens eram mais raras ainda. Aí de quem apagasse ou gravasse por cima dos nossos VHS, deletando nossas lembranças.

Porém, desde o alto crescimento da era digital, isso tornou-se algo comum, ordinário.

Hoje, guardamos milhares, senão milhões de fotos e vídeos. Gigas, terasbytes de arquivos estocados e armazenados em dispositivos de mídia de todo tipo. HDs, Pendrives, nuvem, onde puder guardar coisa, vamos 'tacando' tudo lá dentro.

E onde você quer chegar, Diário?

O número de pessoas que param para rever esses arquivos é irrisório (se é que existe alguém que vá atrás de pdf antigo só por diversão!). Fotos e vídeos de lembranças até pode acontecer de irmos lá vez ou outra e matarmos a saudade. Mas com o tempo esse material vai ficando obsoleto.


Mas Diário, mesmo quando não havia tanta tecnologia as fotos também ficavam obsoletas.


Mas acontece que hoje esse fenômeno está acontecendo numa escala muito maior e muito mais rápida!

Pare e pense: qual foi a última vez que você parou para tirar foto de algo que achou interessante?

Agora responda: qual foi a última vez que você parou para ir atrás de alguma dessas fotos?

Caso a diferença de tempo seja considerável, é sinal de que você entrou na Era da Obsolescência das Mídias

E quais as consequências disso tudo? Dá pra fazer algumas projeções, mas não tem como saber ao certo onde isso vai parar.

Digamos que com bilhões, trilhões até, de mídias no mundo, os dispositivos de armazenamento vão ficando escassos. Aí é só desenvolverem novas formas de armazenar mais arquivos, em menos espaço. E o que isso causa, podemos então nos afundar mais ainda nesse ciclo:  já que temos mais espaço então vamos gerar mais arquivos, que consequentemente serão armazenados em maior quantidade, e novamente precisaria-se de novos meios de armazenamento, mais potentes e em menores espaços, pois o espaço é um capital limitado no mundo.

Outra consequência, especialmente para nós da blogosfera e para aqueles que poupam regularmente, é o custo desses meios para guardar tanta mídia, digamos assim, muitas vezes desnecessária. Com mais arquivos, caso você não os apague com certa frequência, você vai precisar de novos HD's, novos pendrives, cartões de memória. E caso você coloque tudo na nuvem, só não terá problemas se conseguir espaço de graça... Caso queira pagar por um serviço de armazenamento mais seguro e mais potente para colocar seu arquivos, vai desembolsar um dinheiro que não precisaria caso fôssemos mais racionais em gerar tantos e tantos arquivos.

E como sabemos bem, os preços de HD's de qualidade e de boa quantidade de espaço não é dos mais baratos. Portanto estamos gastando dinheiro com espaço de armazenamento para guardar algo de que não vamos fazer uso. Não há melhor definição de "jogar dinheiro fora" do que comprar algo que não vamos usar de fato.

Outra consequência é a frustração que gera saber que temos tantos arquivos, mas não temos tempo de parar para revê-los. Cada dia que passa sentimos uma brevidade dos tempos. É como se não desse tempo pra nada, pois vamos assumindo mais tarefas, mais responsabilidades, mais coisas no dia-a-dia e não sobra tempo nem para nos cuidarmos direito, que o dia parar pra ver arquivos antigos.

Se você tem se sentido assim, cheio de coisa no dia-a-dia sem tempo pra nada, focado em atingir a independência financeira, trabalhando ininterruptamente, e sente que não está bem, sugiro fortemente ler esse post onde fiz uma reflexão bem importante sobre como passar os seus dias: "Enquanto a IF não chega..."


E num futuro mais distante...?

Indo um pouco mais longe, em algumas dezenas de anos, pode ser que haja uma quantidade de arquivos no mundo tão grande, que seja preciso formatar tudo e começar do zero. Exatamente como quando seu Smartphone fica com a memória cheia e dá pane. Pode ser uma grande crise tecnológica, um caos nos sistemas de troca de mensagens e mídia... talvez.

Pra que isso não aconteça, vai ser preciso continuarem desenvolvendo novas e menores formas de armazenamento de mídia. Do contrário, e da forma como vai indo, precisaremos de um continente só para armazenar o conhecimento existente no mundo em forma digital.


E aí, o que você faz com suas toneladas de arquivos da câmera e do whatsapp do seu Smartphone?

Estou considerando começar a apagar tudo e só guardar o que for extremamente necessário!

Grande abraço, fiquem com Deus...


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Poupador Concurseiro?



Quem acompanha o blog sabe que sou servidor público. Trabalho num cargo de, digamos assim, fiscalização. Gosto do meu trabalho e tenho um salário considerado bom por muitos.

Mas ainda assim, eu tinha decidido estudar para outro concurso, pra ganhar quase o dobro, poder aportar mais, e atingir a IF mais rápido.

Poupador ainda jovem estudando para outro concurso


Tudo isso eu queria porque meu salário não dava pra pagar minhas contas. E todo mês eu ficava negativo. Isso, claro, antes de mudar de hábitos e passar a poupar, na época da gastança.

Acontece que, como disse, mudei de atitudes, parei de gastar e passei a economizar. Virei o "poupador".

Estou terminando de quitar minhas dívidas, como relato aqui no blog, e agora tenho vivido com dinheiro sobrando todo mês. Podendo investir, e alcançar a independência financeira.

E dá tempo?

Faltam mais de 30 anos para eu atingir os 60. Mais de 20 pros 50. Consigo separar cerca de 15% da renda, e pretendo aumentar para 30% logo, logo.

Bem, é mais que suficiente pra alcançar uma boa renda passiva.

E aí, o inevitável aconteceu! Estou desmotivado para estudar para outro concurso melhor.


Gosto de onde trabalho: todo mundo fala, e eu tenho essa consciência, de que onde trabalho é um dos melhores locais para se trabalhar. Trabalho de escala, tenho uma folga significativa, de vários dias. E mesmo no dia de trabalho não é assim tão sugado. E faço bem meu trabalho. Já estou acostumado a isso.


Ganho relativamente bem: posso investir para alcançar a independência financeira. Tenho um padrão de vida médio, mas não falta nada (graças ao bom Deus).

E me aposento mais cedo, devido às peculiaridades do cargo.
(Aqui explicarei mais detalhes no futuro post detalhando em que trabalho)

Por tudo isso, não consigo mais pegar numa apostila sequer.

Só de lembrar de tudo que passei para estar onde estou, de todo esforço, dos dias e dias confinado estudando, escrevendo, treinando redação, e outras inúmeras matérias. Depois mais esforço com viagens para fases posteriores, exames e mais exames, provas extras, testes extras. Depois de esperar horrores até a nomeação e posse. Simplesmente não estou afim de passar por tudo isso novamente.

É muito melhor se esforçar para economizar, não gastar, se manter fora da corrida dos ratos, do que passar por tudo isso de novo, sem garantia de aprovação em tempo curto (devido à escassez de certames).

Fora que estudar investimentos e formas de atingir a independência financeira é bem melhor que estudar os assuntos dos concursos.

Não aguento mais tantas mudanças na Constituição. Tantas decisões novas dos tribunais superiores, tantas regulamentações internas, entre outros assuntos nada empolgantes.

O "poupador concurseiro" agora é "poupador investidor".



Não quero aqui desanimar ninguém a parar de estudar para um cargo melhor, que pague mais, que seja mais gratificante.

Estou aqui relatando que: COMO estou percebendo que onde estou é suficiente para mim, então não preciso mudar por motivos financeiros. Que seria o motivo de querer mudar de cargo.

Mas se alguém está insatisfeito com seu trabalho, com seu salário, e tem o pensamento de que passar por tudo isso é melhor do que sua situação atual, então digo para estudar SIM. Faça outro concurso, vá para um lugar em que você goste de trabalhar.

Se tem uma coisa ruim é trabalhar em um emprego de que não gosta, e passar a vida reclamando.



Por enquanto essa é minha situação atual: satisfeito com meu trabalho, estudando formas de alcançar a IF, e vivendo meus dias com a graça e permissão de Deus.

Hoje estou bem reflexivo :D

Seria esse o meu "Diário de um Pensador"?

E você, o que acha do seu trabalho?

Antes da IF, pretende mudar, trabalhar em outro local, empreender?

Compartilhe conosco um pouco de seus objetivos.


Um abraço do Diário.


PS: Nos comentários abaixo tem mais algumas importantes explicações sobre minha decisão de atingir a IF de onde estou, sem a necessidade urgente de ir para outro concurso no momento.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Fechamento Novembro/2017

Olá colegas da blogosfera

Segue meu fechamento patrimonial de novembro/2017.

Esse mês quitei um empréstimo consignado (finalmente), e foi uma verdadeira saga, acompanhe aqui.

Também tive cerca de R$ 1500,00 de gastos com o carro, e uma extrapolada nada elegante no orçamento de novembro, tudinho relatado aqui.

Bom, com tantas bombas no meu patrimônio, o saldo tinha que ser negativo.

Mês passado tinha terminado com mais de R$ 16.000,00, mas esse mês estou com pouco mais de R$ 3.500,00.

Como a quitação do consignado já era planejada (e bastante esperada), estou conformado, pois estou dando os passos iniciais necessários para alcançar a IF: quitando as dívidas!

Me desfiz de uns títulos que tinha no Tesouro Direto, mas mantive o IPCA + de maior prazo.

Segue então meus gráficos:

Primeiro, a divisão dos valores:




Planilha com o total dos ativos:



Evolução patrimonial considerando os ativos:




Patrimônio Líquido - Considerando as Dívidas:

Aqui estou negativo, devido ao saldo das dívidas ainda ser maior que os ativos. Situação que tende a se inverter no próximo mês com a quitação do último consignado.




Evolução do Patrimônio Líquido:


Tá subindo...


Agora há uma página acima no blog, com a evolução patrimonial sempre atualizada.



Trabalho:

Pra quem ainda não sabe, sou servidor público, ganho entre R$ 8.000,00 e R$ 10.000,00. Trabalho num setor de, digamos assim, fiscalização... (pretendo divulgar no que trabalho logo, logo) e tenho me esforçado bastante para produzir bem.

Por quê? Primeiro porque é minha função ser produtivo, já que ser servidor público é trabalhar em prol da sociedade. É muito boa a satisfação de ser elogiado pelas pessoas por um trabalho bem feito. Já tive meu tempo rebelde, com raiva de chefe e do órgão em que trabalho... mas passou, coisas de garoto imaturo... (hoje tenho entre 28 e 30 anos)

Só não sou muito elogiado pelas pessoas que passam pela minha fiscalização, até porque né... ninguém gosta de ser fiscalizado e receber uma punição.


Metas pessoais:

Uma das minhas metas é ficar fluente no inglês, como relatei aqui.

Tem sido difícil manter o ritmo do que eu estabeleci, que era assistir e avançar em alguma série totalmente em inglês. Só passar para o próximo episódio quando as falas já estiverem bem fixas na mente, sabendo exatamente o que disseram.

Mas tenho me mantido estudando pelo Duolingo, mantendo uma ofensiva já há 92 dias.


Um abraço a todos e fiquem com Deus.



segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Extrapolou o Orçamento? O que fazer para voltar à normalidade?



Para atingir a independência financeira, o primeiro passo é gastar menos do que ganha. Aliás, não é só o primeiro passo, é o passo fundamental. Sem ele, qualquer planejamento para a IF não é e não será suficiente.

Mas existem meses em que imprevistos acontecem e o planejamento mensal vai pelo ralo. É um remédio mais caro, um conserto no carro, uma necessidade familiar, uma conta não prevista que chega inesperadamente, uma multa de trânsito, um roubo, um evento importante para ir quando não foi planejado. Essas situações são mais comuns do que se imagina, por isso é sempre bom estar preparado, financeiramente e psicologicamente, para quando acontecerem.

De tempos em tempos é preciso reformular estratégias, rever orçamentos, gastos, planejamentos, metas... pois não tem como ser totalmente previsível do que vem pela frente. Quando se trata de orçamentos, não dá pra ser inflexível.

No meu caso, nesse último mês o carro deu problema no cabeçote do motor e precisou de uma retífica. Foram 1450,00 gastos com manutenção. Fora cerca de 150,00 que gastei com transporte enquanto o carro ficou parado.

Esse dinheiro precisou sair da reserva de emergência, afinal é pra isso que ela serve.

Além disso, peguei uma tosse alérgica que durou quase duas semanas, sem conseguir sequer dormir direito. Resultado, depois de uma semana no desespero, eu tava comprando qualquer remédio, chá, mel, tudo que me indicavam eu ia comprando, doido pra ficar bom logo.

O efeito psicológico que ocorreu foi uma reação em cadeia. Passei a gastar mais do que o estipulado para outras coisas do orçamento. Talvez por um estado emocional fraco depois de meses de economia, fechando abaixo do orçamento, e, claro, da tosse ininterrupta. O fato é que extrapolei e gastei muito sem necessidade, especialmente com lazer, e comida fora de casa.

Tentei estancar a sangria, mas já era tarde, já tinha extrapolado cerca de 500 reais do orçamento, além do que gastei com o carro, e precisei entrar na reserva de emergência. Pelo menos o estrago não foi maior.

Quem já está há mais tempo nessa caminhada com certeza já deve ter passado meses assim.

Se você investe, mas não tem uma reserva de emergência, repense bastante, e tome a atitude correta para montar essa reserva o quanto antes.

Além disso, é preciso ser equilibrado nos gastos, especialmente no começo do mês. Para não ter que apertar demais o cinto no final do mês e acabar se sentindo sufocado.

Percebi que ainda vagueia dentro de mim aquele velho sentimento perigosíssimo de querer se recompensar por passar por algo difícil. Apesar de 'se recompensar' ser algo que respeita a lógica de vida, quando se trata de finanças tem-se que pisar em ovos.

Pois se esse "algo difícil" for economizar para respeitar o orçamento, a recompensa não pode ser gastar mais! É um contra senso. É a mesma coisa que seguir uma dieta durante 7 dias, e se recompensar com uma pizza, ou com um sorvete no final de semana, apenas por ser disciplinado na dieta!

E o perigo é que isso acontece inconscientemente. Da mesma forma que uma doença silenciosa, gastar mais para se recompensar por economizar começa aos poucos e só é descoberto quando já está num estado avançado.

Bom, e o que fazer caso gastemos demais e extrapolemos o orçamento inicial?

Caso você ainda esteja no meio do mês, vai  precisar rever com cuidado seus gastos anotados no seu fluxo de caixa, aquela listinha onde você registra todas as despesas do dia-a-dia.

Veja bem, se você faz exames constantemente, pode descobrir doenças antes de elas avançarem, e a tempo de poder tratar.

No caso das finanças, esses exames são o fluxo de caixa e o orçamento pessoal. Essa dupla é capaz de te dizer: "Olha, você está gastando demais. Se continuar assim, vai ficar sem dinheiro no final do mês!"

O orçamento pessoal é o laboratório que examina o sangue das suas finanças. Ele te diz se sua condição financeira está com o colesterol alto, se está com diabetes, ou se está com anemia.

Por isso a importância de se registrar todos os gastos, dos menores até os mais significativos.

No meu caso específico, da mesma forma que uma constatação de problema de saúde antecipado, vou ter que tomar atitudes financeiras saudáveis, e mudar os hábitos de consumo. Do contrário, ou vou ficar sem dinheiro pra terminar o mês, ou vou ter que ir minando a reserva de emergência.

A reserva de emergência é como se fosse um remédio pra dor de cabeça. Você pode ir tomando, tomando, e ir se segurando. Mas se não tratar a causa, uma hora esse remédio não vai ter mais serventia, e a dor vai continuar. E pior, ter feito bastante uso desse remédio sem tratar a causa, vai ter prejudicado bastante sua saúde financeira. Pois sua reserva de emergência pode acabar, e numa real necessidade, não vai ter esse recurso para recorrer.

Voltando ao orçamento, caso você não tenha e não faça um orçamento doméstico, das duas uma: ou você está gastando mais do que ganha e não está percebendo, ou você poderia estar aportando bem mais nos seus investimentos, e não se dá conta disso.

A importância de colocar suas metas e objetivos no papel é indiscutível. Há inúmeros estudos que mostram e ratificam essa importância.

Diante então dos seus registros, é preciso ver exatamente pra onde foi a maioria dos gastos. Daí em diante, estanque esse vazamento o quanto antes.

Por exemplo, se percebeu que gastou de mais comendo fora de casa, é porque, por algum motivo, você está sendo levado a essa atitude inconscientemente. Portanto, com o 'exame e diagnóstico' nas mãos, tome a decisão correta e pare com a atitude identificada, que está prejudicando suas finanças.

Agora, caso só venha a perceber que gastou demais depois do final do mês, é hora de revisar gasto por gasto para onde o dinheiro vazou e planejar o mês seguinte.

Com o orçamento do mês anterior em mãos, vá direcionando verbas para aqueles itens onde você sentiu a necessidade de fazer mais despesas que os outros. Mas sempre filtre se foram despesas realmente necessárias.

E tenha em mente que você deve respeitar o orçamento todos os dias.

Mais do que procurar investimentos com altas rentabilidades, é bem mais lucrativo se policiar para se manter dentro do planejamento mensal. Pois as suas despesas mensais são algo constante no seu dia-a-dia, com alta capacidade de minar suas finanças.

E como muitos conhecem aquela primeira regra do Warren Buffet: Nunca perca dinheiro.

CONCLUSÃO

É preciso se policiar sempre, para que as despesas diárias não atrapalhem o planejamento mensal, muito menos a caminhada até a independência financeira.

Se você não faz um fluxo de caixa e um orçamento doméstico, e percebe que sempre termina o mês negativo, usando cheque especial ou cartão de crédito, inicie o quanto antes para diagnosticar o seu problema.

Caso você tenha esse orçamento e mesmo assim esteja gastando demais, faça uma auditoria minuciosa nos seus registros e descubra para onde o dinheiro está indo.

É lembre-se de tempos em tempos rever seu orçamento, pois os dias nunca são iguais, as necessidades mudam, o psicológico muda, tudo muda. Portanto, seja flexível e se adeque, sempre mantendo-se dentro do planejado.

E por fim, não esqueça de ter sua reserva de emergência sempre a postos e abastecida, para reais necessidades, pois imprevistos sempre, sempre acontecem.

Um forte abraço do Diário.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Como Conseguir Descontos Mesmo em Locais que Não Dão - Poupando Centavos #3

E aí pessoal.

Mais um post da série Poupando Centavos.

Será que é possível conseguir um desconto "na marra"?

Veja como tenho conseguido sucessivos desses descontos e incrementado o patrimônio um pouco mais.

Quantas vezes você tentou conseguir algum desconto, ainda que pequeno, e ouviu um "não" bem firme? Quantas vezes não tentou pechinchar e teve que ouvir que os preços eram tabelados e não poderiam diminuí-lo?

Hoje quero trazer aqui uma forma de você conseguir descontos independente do local, independente da boa vontade, independente da resistência em concederem esse benefício.

Farmácias, lojas, supermercados, cafeterias, lanchonetes, restaurantes, cinemas, qualquer lugar fica suscetível a dar descontos com a técnica passada aqui no blog.

Como essa série de posts trata de poupar centavos, os descontos aqui tratados não serão expressivos por compra, mas serão valores expressivos devido à regularidade em que é possível usar essa técnica.




Esses últimos dias eu pude economizar significativamente usando a estratégia que uso do CET - Cálculo Estratégico do Troco - que você pode conferir clicando aqui.


Em síntese, segundo essa técnica que utilizo, você calcula quanto pagar em notas, pra poder receber o máximo possível do troco em moedas.


E por que isso?


Porque dá pra ganhar dinheiro com moedas! Simples.


Aqui no blog eu mantenho essa série de #Poupando Centavos dando dicas de como conseguir ganhar mais do que as moedas valem.


"E como conseguir ganhar dinheiro com dinheiro, Diário?"


Tem três formas básicas:

1- Trocando as moedas por notas e conseguindo ganhar uma porcentagem em cima (Ou desconto, que dá no mesmo)

2- Encontrando moedas diferenciadas que valem mais vendendo na Internet
(Confira aqui quais são)

3- Ou conseguindo diminuir o preço das coisas devido à ausência de troco comum dos estabelecimentos.
(Diferencia-se do item 1, pois aqui não é uma troca de moedas por notas ganhando desconto)


O post de hoje trata especificamente do ITEM 3 acima.


Bom, fui ao cinema com a senhora Diário (no dia em que todos pagam meia, óbvio), e o valor deu 15,00 reais.

Rapidamente, usando a Técnica CET, peguei 16 reais trocados na carteira para poder receber o troco de 1 real em moeda.

Quando o rapaz do caixa viu que eram 16 reais, sua primeira reação foi a mais comum, tentou me pedir um valor pra que o troco fosse em notas. Como não conseguiu, tentou outra alternativa. Ele tinha apenas uma moeda de 50 centavos, e queria que eu viesse buscar após o filme. Eu argumentei que o filme iria demorar e que o caixa poderia estar fechado, assim iria ficar sem o troco.




Minha reação (por dentro) à tentativa do caixa de me dar o troco depois

Após ele tentar conseguir com os outros caixas sem sucesso, e vendo que eu estava irredutível pra sair sem o troco, vi então a janela aberta para a possibilidade número 3 citada acima. Pedi para deixar o cinema por 14 reais e não precisar me dar troco. Seria mais simples. 

Dito e feito, o ingresso me saiu por 14 reais!

Quem conhece cinema, sabe que pechinchar ali não é uma tática bem sucedida. Principalmente por ser muitas vezes uma rede franqueada, e quando é assim, desconto é algo praticamente impossível.

MAS... diante da impossibilidade de troco, você consegue um desconto na marra.

Agora, gosto de deixar bem claro: Se você acha 1 real pouca coisa pra """"tanto"""" trabalho, lembre que de pouco em pouco é que se faz grandes patrimônios. E mais, isso acontece inúmeras vezes no dia-a-dia. Agora multiplique 1 real por inúmeras vezes, e a conta será a seguinte:

1 real   X   inúmeras vezes  =   inúmeros reais!

Outro caso onde é possível aplicar a técnica CET, que aconteceu esses dias, foi quando precisei comprar aqueles pacotes de folhas A4 numa loja do shopping. Depois de pesquisar alguns locais, eu sabia mais ou menos o preço do pacote com 100 folhas. Achei por 5,20 em uma loja de eletrônicos e escritório bem famosa.

Em vez de dar 6, ou 10 reais, por exemplo, que seria o mais 'normal', usando a técnica CET o ideal é pagar 7 reais, uma nota de 5 e uma de 2. Nesse caso o troco em moedas seria o máximo possível.

Quando a pessoa do caixa viu as notas na minha mão, totalizando 7 reais, e viu que teria que ter muitas moedas pra dar o troco, me perguntou se eu não teria 20 centavos. Minha reposta foi: "Poxa, moeda tá tão difícil, moça!"

Qual a solução dela que não tinha moedas? Exatamente! Me cobrou apenas 5 reais, me dando 0,20 centavos de desconto na marra.




Reação da pessoa do caixa ao ver que teria que dar o troco com muitas moedas


Me diga se eu teria esse desconto se eu simplesmente pedisse. Poderia ser que sim, mas a probabilidade maior é que não. Era uma loja grande, que dificilmente dá desconto, alegando que os preços são tabelados. Com essa técnica você inverte essa probabilidade, e pode ganhar um abatida no preço.

Podemos usar esse artifício a nosso favor, e ir galgando dia a dia alguns centavos, incrementando o aporte nos investimentos.

Se você ainda está cético quanto a utilidade disso tudo, vamos a uma conta que gosto de fazer aqui no blog, a do montante final de uma aplicação regular, explicada aqui.

Se você conseguir em descontos e troca de moedas cerca de 4 reais por semana, 16 por mês, e usar esse valor num investimento a 1% ao mês, em 30 anos, temos;

16 * ( ( 1,01^360  -  1 ) / 0,01 ) = 55.919,00

É o valor de um excelente carro, apenas usando uma técnica simples, que ganha pouco, porém pouco muitas vezes.

Isso se você não der de cara com moedas diferenciadas, e conseguir até 50x o valor delas, como citei no início do post.

Caso você ainda ache isso tudo muito pouco, besteira, perda de tempo, ou seja lá o que for... Estou postando meu histórico de descontos conseguidos e ganhos com moedas numa aba física do blog, lá em cima, no começo da página, pra que fique visível que a técnica, além de funcionar, é altamente rentável.



E aí, gostou? Deixe seu comentário.

Caso você tenha gostado dessa técnica, mas apenas é um visitante anônimo, deixe seu comentário, mesmo que não se identifique. Liberei os comentários para anônimos.

Isso ajuda a ter sempre boas ideias para pessoas que passam por aqui, e também me ajuda a ter boas ideias pra novos posts da série.

Pra quem estiver usando a técnica, desejo sucesso nos descontos e ganhos.

Conte aqui em baixo onde você tem conseguido faturar descontos legais.


Abraços, and see you next post...





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